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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

O Último Ontem!



Não sei se as palavras têm a força que necessito que tenham, mesmo que não passem de sombras no segredo da noite...
Sinto que esgotei-me antes do termo, sinto que o ontem pode ter sido o último...
Não sei a côr do tempo que me arrisco a perder, não sei se uma palavra ou um gesto poderão mudar tudo...
Hoje, não consigo ver Amor em nenhum lugar ou rosto, apenas indiferença e uma espécie de ódio ou talvez ressentimento...
Hoje não consigo pintar um sorriso no espaço ou inventar uma paixão... Hoje, não passo de uma morte por cumprir...

5 comentários:

sofia disse...

Parecem palavras saidas do meu pensamento.
Compreendo esse sentimento de uma maneira tão profunda que me magoa ainda mais a Alma e o Coração..
Que ninguém ostente um sorriso hoje.
Que ninguém Ame.
Que ninguém seja feliz.
O mundo devia estar de luto..Eu estou..
E por mais que tente não consigo sair deste buraco negro para onde fui mandada..
Hoje só queria uma luz.

RESSACA ® disse...

Pedindo antecipadas desculpas pela “invasão” e alguma usurpação de espaço, gostaríamos de deixar o convite para uma visita a este Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...

gisela disse...

como eu percebo o que escreve... é lindo... por vezes buscamos tanto a simplicidade que existe perfeicçao e nao lhe ligamos...

Pinheiro Luis disse...

Obrigado pelas palavras de incentivo e apreço...

Nunca deixes a tinta secar, nem as unhas crescerem ao ponto de não puderes pegar numa caneta.

tintanasmaos.blogspot.com

Ana Paula disse...

A poesia amigo é como o fado só é boa quando é sentida, a experiência nas decepções e sofrimento deixam-nos marcas de palavras amargas e profundas, mas tão suaves e reais que não ferem.
Gostei de passar por aqui hei-de voltar.
Ana Paula hi5

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